quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

Pequena declaração de amor ao Jornalismo


Quer amor mais verdadeiro do que o meu por você? Um amor sem interesses financeiros, sem golpes do baú. Assim, simples: amor.

É o tal amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na pobreza e na pobreza, por todos os dias da minha vida.

Você pode ser meio safado, meio sem-vergonha, mente de vez em quando porque eu sei, mas não te troco por nada. Nem mesmo por um concurso público todo bonitão e sarado.

Sem você, minha vida seria monótona. Careta. Sem graça.

Saiba, meu amor, que por mais que eu te diga ofensas, por mais que diga que bebi pra cacete no dia do vestibular que prestei pra você, isso tudo é bobagem. As nossas brigas sempre acabam em beijos, abraços e matérias especiais.

Você é a minha comédia e a minha tragédia romântica, a minha união instável registrada em cartório. Jô, meu lindo, você é a tampa da minha caneta. A pilha que faltava no meu gravador.

 
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6 comentários:

Ingrid Araujo disse...

Não sei se tô sozinha nessa, mas nunca um concurso público bonitão e sarado me chamou tanta atenção como ultimamente rs. Tenho pouco tempo para ver se o jornalismo ainda me fascina como antes.
Bom texto, seu Duda!

Jéssica Simões disse...

"Entre tapas e beijos, é ódio é desejo..." rs

Duda Rangel disse...

Ingrid, esses concursos são meio tentadores mesmo. Cabe a cada um escolher o seu caminho, né?
Jéssica, é bem por aí.
Beijos.

Lorena Brum disse...

Eu vivo assim... enquanto não acho um Concurso bonitão e sarado, vou me contentando com o meu pobre amor mesmo! Afinal, coração não vê bolso né!! rsrsrsrs

Girlane Arruda Gi disse...

"As nossas brigas sempre acabam em beijos, abraços e matérias especiais." Mas ultimamente bem que um "concurso público todo bonitão e sarado" tem me tentado.

Duda Rangel disse...

Lorena e Girlane, um grande desafio do jornalista é resistir à tentação dos concursos saradões.