quarta-feira, 20 de maio de 2009

O lance é um dia visitar o Sebrae


Vocação empreendedora ou necessidade de sobrevivência? Sou mais a segunda opção. A alternativa “Abriria o próprio negócio, no bom sentido, é claro” foi a grande vencedora da enquete Se você resolvesse abandonar a carreira de jornalista, que rumo daria à sua vida?, com 31% dos votos. Mas o triunfo foi apertado, praticamente outro empate técnico.

Na segunda colocação, ficou a alternativa “Torraria o FGTS numa viagem à Índia de descoberta do verdadeiro ‘eu’”, com 27% dos votos. Além da proposta espiritual, muitas jornalistas (e alguns do sexo masculino) aproveitariam a viagem para tentar descobrir também o endereço do Raj, o indiano gostosão da novela da Globo. Tenho uma amiga que confessou ter orgasmos múltiplos toda vez que o cara dá aquela balançadinha de cabeça. Hare baba!

E menção honrosa para a alternativa “Viveria de pequenos golpes em gente de bem”, que amealhou incríveis 22% dos votos, uma clara evidência de que por trás do ser humano sofrido que é o jornalista há também o nobre ideal de se dar bem nessa vida, independentemente dos meios.

A nova pesquisa, já no ar, quer saber qual o maior perrengue enfrentado por um assessor de imprensa, o que mais aflige a alma deste pobre profissional. Como nada é fácil para nós, a disputa promete ser grande outra vez. Façam suas apostas!

2 comentários:

Ewerton Martins Ribeiro disse...

Haha. Gostei e marquei a opção de "atender 3 ou 4 clientes na assessoria de imprensa". Marquei pela intenção, que compreendi, pois, na verdade, meu sonho seria atender 3 ou 4 clientes, e não os 5 ou 6 que tenho atendido... hehe...

Andrea Catão disse...

Sobre a nova enquete, tenho de fazer um aparte. Todo cliente, seja o maior ou o menor da agência, ainda tem aquela visão romântica da coletiva de imprensa. Pensa que será como na novela, em que são muitos os flashs, as TVS se estapeando para tentar pegar o melhor ângulo, repórteres com perguntas perspicazes e inteligentes e que dão a deixa exata para que a resposta se encaixe perfeitamente no que o porta-voz decorou na key message. Não entendem que hoje nem o presidente Lula conseguiria reunir tantos jornalistas se fosse trabalhar de forma proativa.