segunda-feira, 4 de março de 2013

Curtindo a vida de jornalista adoidado


Jornalismo se aprende na doideira da prática. Na doideira do dia a dia.

É arriscar, cair de paraquedas. Mergulhar no mundo sem medo. Sem dedos.

É correr para a pauta, para várias pautas. Concentração total.

É demorar a dormir porque tem texto para acabar. Demorar a dormir porque na manhã seguinte tem matéria importante e quem quer saber de travesseiro numa hora dessas?

É roer as unhas pela fonte que não liga, pela fonte que não fala, pela fonte que não para de falar e o fechamento tá chegando, porra.

É sentir na pele a chuva, o frio, o sol queimar. É nem se lembrar que existe um troço chamado protetor solar.

Jornalismo a gente respira, transpira. Pira.


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5 comentários:

Ingrid Araujo disse...

A fonte que não liga é uma miséria. E vale a cara de pau e insistência de um reporter pra conseguir o que o editor quer. Mas é bom, dá gosto tudo isso!

Li Melo disse...

No fundo é como as boas coisas da vida, né, Duda. Pra valer mesmo a pena, tem que ser apaixonante, complicado, suado. Senão cadê a graça? Bj.

Duda Rangel disse...

Ingrid, dá gosto, sim.
Li, a graça é essa mesmo.
Beijos.

Val disse...

Lindo, lindo. Transpiração piradinha que esse nosso ofício nos faz passar.

Duda Rangel disse...

Verdade, querida Val.