segunda-feira, 9 de março de 2009

Nova enquete aí, gente!


Com mais da metade dos votos (53%) e uma longa distância para a segunda colocada, a opção "Só um jornalista para suportar o papo do outro (jornalistas só falam sobre a profissão)" venceu a última enquete deste blog - Por que é mais fácil e comum os jornalistas se apaixonarem um pelo outro?. Ou seja, faça uma profunda reflexão para saber se realmente vale a pena convidar seu novo(a) namorado(a) médico(a) ou arquiteto(a) para participar do próximo happy hour com seus amigos jornalistas! Vai rolar aquele papo chato de pautas, deadlines, liberdade de imprensa, além de alguma lamentação, é claro.

A nova pesquisa, já no ar, quer saber qual é a pauta mais roubada entre as opções sugeridas. A briga promete ser boa, uma vez que reúne micos clássicos da cobertura jornalística. Se você tem alguma pauta roubada para me contar, o espaço está aberto. Saudações a todos!

2 comentários:

BitterSweet disse...

Eeeee primeira a comentar xD bem, foi nesse blog que percebi que quem é jornalista só fala da profissão mesmo... hehehe perguntei aos meus amigos se eu era assim, e foi unânime... só falo de jornalismo e papos tipicos de jornalismo hehehe como eles me aguentam? xD E é verdade que um jornalista só se dá bem com outro jornalista, o único cara que me dei bem, era jornalista!

Andrea Catão disse...

Uma vez tive de descobrir a razão de as revistas Show do Milhão terem sumido das bancas. Um maldito jornaleiro tinha ligado para a pauteira e contado que as revistas estavam em falta. Ele tinha desenvolvido a teoria (que a pauteira caiu) de que havia uma conspiração do Silvio Santos para alavancar o ibope do programa. Fui motivo de chacota assim que os colegas viram o que tinha sobrado para mim na pauta do dia e, infeliz da vida, fui eu mais o fotógrafo para a rua fazer a apuração. Sempre tive a convicção de que pauta ruim deve ser derrubada depois da exibição de provas materiais de que perdeu-se um tempo valioso atrás de notícias que não valem um centímetro de texto. Na rua, falei com potenciais compradores da revista, jornaleiros e telespectadores do programa, constatando o que já imaginava: o programa fazia um baita sucesso e a procura pela revista era maior do que a oferta. De volta à redação, consegui evitar o mico de a reportagem ser efetivamente publicada ao argumentar com a editora que a Playboy da Feiticeira também estava em falta. O argumento não chegava a ser um argumento e, sim, uma ironia, mas ela achou que era suficiente para derrubar a pauta, felizmente.