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terça-feira, 19 de novembro de 2013

Se o povo de Amor à Vida fosse jornalista (versão atualizada)


Félix – é o picareta que só se dá mal, dono da frase “Será que eu botei cartucho remanufaturado na impressora do Gutenberg?”.

Valdirene – é a foca que passa a ser adestrada de acordo com os mais refinados manuais de redação e estilo do jornalismo.

Guto, Patrícia, Michel e Silvia – moderninhos, frequentam redações de swing, onde trocam de parceiros para escrever matérias a quatro mãos.

Linda – é a repórter que, ao deixar o mundinho da redação onde vivia presa, descobre que as matérias na rua são bem mais legais.

Paulinha – é a jovem dividida entre um trampo descolado em mídias sociais e um empreguinho careta de redatora de economia.

Aline – é a imprensa que se diz séria, mas adora uma manipulação.

César – é o jornalista que se diz sério, mas adora uma imprensa manipuladora.

Bernarda e Lutero – depois de décadas sem fazer uma pauta, são os editores da terceira idade que decidem reviver os bons tempos de reportagem.

Eron – é o jornalista que ora quer trabalhar numa redação convencional, ora quer ser assessor de imprensa, e ora quer as duas coisas ao mesmo tempo.

Pilar – é a publicação impressa que perdeu o poder de sedução, a autoestima, e foi trocada por uma jovem mais atraente, a internet.

Amarilys – é a repórter que roubou a pauta do melhor amigo e não devolve de jeito algum.

Paloma – é a assessora que pira ao saber que o seu release, gerado com tanto carinho e tantos superlativos, foi jogado numa lixeira de computador.


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terça-feira, 30 de julho de 2013

Se o povo de Amor à Vida fosse jornalista


Félix – é a colunista de fofoca má, famosa pelo bordão “Eu salguei a boca-livre”.

Nicole – é a foca que recebe a desesperadora notícia de que tem apenas seis minutos para o deadline.

Patrícia – desiludida com os empregos de carteira assinada, é a repórter que decide viver de frilas.

Amarilys – é a jornalista que aluga seu MTB para dois amigos não jornalistas que desejam criar uma revista.

Valdirene – faz de tudo para ficar rica. Estuda Engenharia, Medicina, mas não consegue se livrar da vida de jornalista.

Lutero – com dificuldades para ler o teleprompter, é o experiente âncora de TV afastado da bancada por estar “velho”.

Atílio – é um ministro do STF que, ao sofrer uma acusação de sonegação fiscal, fica abalado, perde a memória e assume a identidade de um jornalista sem diploma.

Tetê Parachoque-Paralama – foi uma famosa “moça do tempo” na TV Tupi e, hoje, escreve num jornalzinho de bairro.

Perséfone – aos 37 anos, está subindo pelas paredes da redação para conseguir assinar a primeira matéria de capa da sua vida.

César – é o pai que não consegue aceitar que o filho jornalista é, sim, colunista de fofoca.

Michel e Bruno – são os jornalistas bonitões da TV, mas que quando abrem a boca para fazer uma passagem, meus Deus, troço ruim da porra.

Paloma – é a repórter que passou 13 anos procurando a agenda de telefones perdida no banheiro de um bar e, quando a encontra, percebe que está tudo desatualizado.

Ninho Chupetinha – é o jornalista clássico: desapegado ao dinheiro e a uma vida careta.


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