Mas jura que era off? Cê tá falando sério? Eu tinha entendido que era para publicar numa boa.
Eu sei que exceção se escreve com “cedilha”. Eu botei os dois “esses” aí só pra ver se o editor estava esperto.
Ô, segurança, deixa eu dar uma entradinha rápida. Ô, parceiro, é para ir ao banheiro. Prometo que não vou xeretar a reunião. É que eu tenho bexiga solta. Mal de família.
Chefe, eu até poderia abrir mão da minha folga no sábado, mas não dá. Minha tia, coitada, lá de Votuporanga, tá muito doente.
Se tivessem me dado uma máquina melhor, a foto teria ficado boa.
Eu sempre dou crédito para o texto dos outros. Deve ter dado algum pau no sistema na hora de publicar e não saiu o seu nome.
Opa, desculpa, era para desligar? Nem vi que o gravador tava ligado.
Não tenho QI, por isso nunca trabalhei na grande imprensa.
Só atrasei para a entrevista por causa desse trânsito maluco.
Tá bom, tá bom, eu xinguei alguns leitores pelo Twitter, mas não imaginava que isso fosse dar tanta repercussão.
Eu fiz a cagada? Que nada, foi o estagiário!
Amor, não é que eu... amor, escuta, não é que eu esqueci seu aniversário. É que foram tantas pautas hoje que meus neurônios não tiveram tempo de se ligar na data.
Eu não bebo porque eu quero ou porque eu gosto. É porque eu preciso extravasar, entende?
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terça-feira, 24 de setembro de 2013
Desculpas de jornalista
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quarta-feira, 10 de julho de 2013
Frases de jornalistas bêbados
Sou eu que encho a cara e é a minha matéria que cai? Sacanagem.
Qual dos dois títulos dessa matéria eu preciso editar?
Assessor, eu te amo, cara! Eu... ic... te amo!
Eu ouvi o patrão dizer que vai contratar mais 10 repórteres. Verdade, eu ouvi.
Meu texto é uma merda. Só tomo furo. Por quê? Por quê? (virando uma garrafa de cachaça pelo gargalo).
Eu já entrevistei o Roberto Carlos, já trabalhei no programa do Amaury Jr., já cobri carnaval na Sapucaí, já fui jurado do Troféu Imprensa...
É sério, assessor, você é um puta amigo... ic... te considero pra caralho!
Eu gostava tanto daquele emprego. Rolava uma química entre a gente, sabe? (enchendo o saco de um colega jornalista no bar).
Seu guarda, eu não bebi nada. Eu tô assim meio caidão porque acabei de sair de um pescoção. Eu juro!
Se você recebesse o meu contracheque, também beberia pra esquecer (enchendo o saco de um colega advogado no bar).
Quem disse que eu tô bêbado? Eu só tô alegre porque me formei em jornalismo! Só isso.
Assessor, vem cá... ic... posso te dar um abraço?
Garçom, desce mais uma pauta, ou melhor, desce mais um chope.
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Qual dos dois títulos dessa matéria eu preciso editar?
Assessor, eu te amo, cara! Eu... ic... te amo!
Eu ouvi o patrão dizer que vai contratar mais 10 repórteres. Verdade, eu ouvi.
Meu texto é uma merda. Só tomo furo. Por quê? Por quê? (virando uma garrafa de cachaça pelo gargalo).
Eu já entrevistei o Roberto Carlos, já trabalhei no programa do Amaury Jr., já cobri carnaval na Sapucaí, já fui jurado do Troféu Imprensa...
É sério, assessor, você é um puta amigo... ic... te considero pra caralho!
Eu gostava tanto daquele emprego. Rolava uma química entre a gente, sabe? (enchendo o saco de um colega jornalista no bar).
Seu guarda, eu não bebi nada. Eu tô assim meio caidão porque acabei de sair de um pescoção. Eu juro!
Se você recebesse o meu contracheque, também beberia pra esquecer (enchendo o saco de um colega advogado no bar).
Quem disse que eu tô bêbado? Eu só tô alegre porque me formei em jornalismo! Só isso.
Assessor, vem cá... ic... posso te dar um abraço?
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Frases inesquecíveis do cinema para jornalistas
My name is Bonner, William Bonner – 007.
I see poor people – O Sexto Sentido.
Corra, Forrest, corra – Forrest Gump, o Contador de Histórias (a cinco minutos do fechamento).
Write it again, Sam (Reescreva esta porra, Sam) – Casablanca.
Bota na conta do foca – Tropa de Jornalistas de Elite.
Mim repórter de redação, você assessor de imprensa – Tarzan.
Que pauta! – O Bem-dotado Repórter de Itu.
Hasta la vista, baby – O Exterminador de Empregos 2.
Eles podem tirar nossa vida social, mas nunca poderão tirar nossa boca-livre – Coração de Repórter Valente.
Editor, we have a problem – Redação Apollo 13.
Notinha é o caralho, meu nome é matéria especial – Vaidade de Deus.
Buono plantone, principessa – A Vida de Jornalista é Bela?
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I see poor people – O Sexto Sentido.
Corra, Forrest, corra – Forrest Gump, o Contador de Histórias (a cinco minutos do fechamento).
Write it again, Sam (Reescreva esta porra, Sam) – Casablanca.
Bota na conta do foca – Tropa de Jornalistas de Elite.
Mim repórter de redação, você assessor de imprensa – Tarzan.
Que pauta! – O Bem-dotado Repórter de Itu.
Hasta la vista, baby – O Exterminador de Empregos 2.
Eles podem tirar nossa vida social, mas nunca poderão tirar nossa boca-livre – Coração de Repórter Valente.
Editor, we have a problem – Redação Apollo 13.
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quinta-feira, 25 de outubro de 2012
O que os famosões estão falando do livro do Duda
Lembrando: o livro “A vida de jornalista como ela é” será lançado no próximo sábado, dia 27, em São Paulo.
“Desde a biografia de Fiuk, o mercado editorial brasileiro carecia de uma obra-prima.”
(Antonio Candido, crítico literário)
“Depois de ler Madame Bovary e Primo Basílio, vou devorar os textos do Duda. Adoro livro de corno.”
(Tufão)
“Deixaram esse vagabundo publicar um livro? Cadê as autoridades?”
(Datena)
“Li uma crítica na embalagem do Toddynho dizendo que este livro é ótimo.”
(Daniela Albuquerque)
“Meu centenário podia passar sem esta homenagem do Duda. Mas tudo bem, deixa o cara, vai.”
(@anjopornografico100, em mensagem psicotuitada)
“Um livro para espiar à vontade.”
(Pedro Bial)
Mais informações sobre o livro e o lançamento aqui.
“Desde a biografia de Fiuk, o mercado editorial brasileiro carecia de uma obra-prima.”
(Antonio Candido, crítico literário)
“Depois de ler Madame Bovary e Primo Basílio, vou devorar os textos do Duda. Adoro livro de corno.”
(Tufão)
“Deixaram esse vagabundo publicar um livro? Cadê as autoridades?”
(Datena)
“Li uma crítica na embalagem do Toddynho dizendo que este livro é ótimo.”
(Daniela Albuquerque)
“Meu centenário podia passar sem esta homenagem do Duda. Mas tudo bem, deixa o cara, vai.”
(@anjopornografico100, em mensagem psicotuitada)
“Um livro para espiar à vontade.”
(Pedro Bial)
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
Adesivos para carros de jornalista (se ele conseguir ter um carro, claro)
Eu acredito em imprensa livre (e em duendes).
Rastreado por um chefe de reportagem chato pra cacete.
Como estou escrevendo? Bem? Muito bem?
Não sou o dono do mundo, mas tenho a carteira da Fenaj.
Meu outro carro é o de reportagem.
Redação: unidade móvel.
É velho e, pior, não tá pago.
Orgulho de ser caótico.
Velocidade controlada pelo deadline.
Não me inveje, sou jornalista.
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Não sou o dono do mundo, mas tenho a carteira da Fenaj.
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Redação: unidade móvel.
É velho e, pior, não tá pago.
Orgulho de ser caótico.
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terça-feira, 10 de julho de 2012
O jornalismo, por Caio Fernando Abreu
“Se ao menos dessa revolta, dessa angústia, saísse alguma matéria que prestasse.”
“Plantão dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa.”
“Estou sem tempo para odiar quem me odeia. Estou ocupadíssimo acabando esse frila.”
“E você não sabe quantos sorrisos eu já dei só de pensar numa boca-livre.”
“Ainda bem que sempre existe outro dia. E outras pautas. E outras reportagens. E outros textos.”
“Depois de todas as reformulações e passaralhos o que fica de mim são as contas para pagar.”
“Fico pensando se viver não será sinônimo de trabalhar.”
“Eu sempre acho que cansei do jornalismo, de mim, mas ai vem a grande matéria e revigora”.
“Plantão dói. Dói e não é pouco. Mas faz um bem danado depois que passa.”
“Estou sem tempo para odiar quem me odeia. Estou ocupadíssimo acabando esse frila.”
“E você não sabe quantos sorrisos eu já dei só de pensar numa boca-livre.”
“Ainda bem que sempre existe outro dia. E outras pautas. E outras reportagens. E outros textos.”
“Depois de todas as reformulações e passaralhos o que fica de mim são as contas para pagar.”
“Fico pensando se viver não será sinônimo de trabalhar.”
“Eu sempre acho que cansei do jornalismo, de mim, mas ai vem a grande matéria e revigora”.
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terça-feira, 27 de março de 2012
O jornalismo, por Clarice Lispector
“Ser jornalista na prática é um dos desejos mais urgentes que existem.”
“Não tenho tempo para mais nada, ser repórter me consome muito.”
“Liberdade é pouco. O que eu desejo tem nome: salário decente.”
“Já que sou assessora de imprensa, o jeito é ser.” (Macabéa, que atende cinco contas, em A Hora do Follow-up)
“Estou tentando captar a quarta dimensão do instante-já, que é o instante de fechar a edição do jornal.”
“Tenho várias caras. Uma é quase de sono, outra é quase de fome. Sou um o quê? Um quase jornalista no pescoção.”
“Ter virado jornalista me estragou a saúde.”
“Eu não sou tão triste assim, é que hoje eu fiz quatro pautas.”
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, eu não consigo terminar esta maldita matéria.”
“Ela acreditava em jornalismo imparcial e, porque acreditava, ele existia.”
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“Não tenho tempo para mais nada, ser repórter me consome muito.”
“Liberdade é pouco. O que eu desejo tem nome: salário decente.”
“Já que sou assessora de imprensa, o jeito é ser.” (Macabéa, que atende cinco contas, em A Hora do Follow-up)
“Estou tentando captar a quarta dimensão do instante-já, que é o instante de fechar a edição do jornal.”
“Tenho várias caras. Uma é quase de sono, outra é quase de fome. Sou um o quê? Um quase jornalista no pescoção.”
“Ter virado jornalista me estragou a saúde.”
“Eu não sou tão triste assim, é que hoje eu fiz quatro pautas.”
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, eu não consigo terminar esta maldita matéria.”
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segunda-feira, 4 de julho de 2011
Qual a frase mais ouvida por um jornalista?
Sejam do editor, do assessor de imprensa ou da própria família, algumas frases perseguem os jornalistas em seu dia-a-dia. “Solta logo esse texto, porra!” e “Eu falei, meu filho, estuda Engenharia” são alguns exemplos. Mas qual é a frase mais ouvida? A nova enquete do blog já está no ar, na coluna à direita da página. Participe, seu voto é muito importante (você já deve ter ouvido muito esta frase também).
A pesquisa que acabou de acabar – Jornalista, você tem medo de quê? – teve a vitória da alternativa “Olhar o saldo da conta bancária”, com 41% dos votos. A segunda opção mais votada foi “Ser só um número na estatística do desemprego”, com 27%.
A pesquisa que acabou de acabar – Jornalista, você tem medo de quê? – teve a vitória da alternativa “Olhar o saldo da conta bancária”, com 41% dos votos. A segunda opção mais votada foi “Ser só um número na estatística do desemprego”, com 27%.
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segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Frases clássicas sobre jornalismo
“Ser assessor de imprensa vale a pena quando a grana não é pequena” (Fernando Pessoa)
“Tinha uma pauta no meio do caminho” (Carlos Drummond de Andrade)
“Os preguiçosos que me perdoem, mas checar informação é fundamental” (Vinícius de Moraes)
“Há mais coisas entre os donos de jornal e os políticos do que sonha a nossa vã filosofia” (William Shakespeare)
“Pauta que nasce torta nunca se endireita” (Compadre Washington)
“Eduquem os focas e não será preciso castigar os leitores” (Pitágoras)
“Deadline é fogo que arde sem se ver” (Luís de Camões)
“A folga é uma das principais representações de prazer do jornalista” (Sigmund Freud)
“Penso no salário, logo desisto” (René Descartes)
“Ai, que penúria” (Narcisa Tamborindeguy)
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria dos jornalistas apenas trabalha” (Oscar Wilde)
“Dê uma chance aos estagiários” (John Lennon)
“Ser jornalista e não ser louco é uma contradição genética” (Che Guevara)
“Fodeu” (Jornalista desconhecido)
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, eu não consigo terminar esta maldita matéria” (Clarice Lispector)
“Tinha uma pauta no meio do caminho” (Carlos Drummond de Andrade)
“Os preguiçosos que me perdoem, mas checar informação é fundamental” (Vinícius de Moraes)
“Há mais coisas entre os donos de jornal e os políticos do que sonha a nossa vã filosofia” (William Shakespeare)
“Pauta que nasce torta nunca se endireita” (Compadre Washington)
“Eduquem os focas e não será preciso castigar os leitores” (Pitágoras)
“Deadline é fogo que arde sem se ver” (Luís de Camões)
“A folga é uma das principais representações de prazer do jornalista” (Sigmund Freud)
“Penso no salário, logo desisto” (René Descartes)
“Ai, que penúria” (Narcisa Tamborindeguy)
“Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria dos jornalistas apenas trabalha” (Oscar Wilde)
“Dê uma chance aos estagiários” (John Lennon)
“Ser jornalista e não ser louco é uma contradição genética” (Che Guevara)
“Fodeu” (Jornalista desconhecido)
“Enquanto eu tiver perguntas e não houver respostas, eu não consigo terminar esta maldita matéria” (Clarice Lispector)
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