Saiba o destino dos principais personagens da novela:
Nina resolve conciliar as carreiras de cozinheira e jornalista, ambas sem diploma, claro. Depois de passar a novela toda ouvindo atrás das portas, ela se especializa em matérias de denúncia e chega a ganhar o Prêmio Zé Bob de Jornalismo Investigativo.
Cansado de ser explorado por Diógenes, o assessor de imprensa Darkson decide montar sua própria agência de comunicação, tendo como principais clientes o Bar do Silas, Monalisa Coiffeur e o Crepão da Noêmia. Fica famoso ao criar o follow-up com megafone.
Carminha, a editora malvada, confessa que matou Max. De tanto fazê-lo trabalhar, cinco, seis pautas por dia. Todo dia. Acaba louca e é encaminhada a um hospício só com jornalistas. Reclama da superlotação do lugar.
Suelen, a repórter-piriguete, segue dando para as fontes em troca de informações exclusivas e vira uma colunista famosa em Brasília. Sua frustração foi nunca ter descolado uma puta matéria com Roni, que sempre preferiu dar o furo para Leandro, repórter da concorrência.
Ao encontrar uma caixa de Toddynho no lixo, Picolé, um dos estagiários de mãe Lucinda, percebe que nasceu mesmo para ser jornalista. Arruma um estágio digno, abandona Lucinda e bota a velha no pau, pela bolsa-auxílio que ela nunca pagou.
Proibido de frequentar as coletivas de imprensa, porque ninguém aguentava mais ouvir tanta pergunta idiota, Adauto descola um emprego na agência de Darkson. Mas ao escrever “rilis para a inprença” em vez de “release para a imprensa” é demitido.
Para não mofar em casa, Tufão, o repórter que sempre sabe das notícias por último, aceita um emprego de crítico literário no jornal de Santiago – o Albieri Daily. É clonado pelo patrão e passa a trabalhar por dois com salário de um. Mas nem desconfia da trapaça.
Ao descobrir que Patrícia Poeta está deixando a bancada do JN para ter um programa matutino só seu, Zezé candidata-se à vaga e é a escolhida. Suspira ao sentar-se ao lado do bonitão do Bonner e, após dizer “boa noite”, tem sua imagem congelada. FIM DA NOVELA.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
Hits de Avenida Brasil (versão para jornalistas)
Odeio quando a pauta cai
(versão de Assim você mata o papai)
Ai, ai! Ai, ai, ai, ai! Odeio quando a pauta cai
Ai, ai! Ai, ai! Texto fechado e tudo mais
Ai, ai! Ai, ai, ai, ai! Odeio quando a pauta cai
Ai, ai! Ai, ai! Anúncio bom é o carai.
Salário safado
(versão de Cachorro perigoso)
Salário magrinho, safado, vergonhoso e pronto pra causar horror
Louco pra acabar logo.
Aniversário da minha mulher
(versão de Amiga da minha mulher)
Aniversário da minha mulher
Pois é, pois é
E eu ralando num plantão sem fim
Enfim, enfim.
Sem razão
(versão de Minha razão)
Eu me apaixonei tão de repente
Mas era um foca inocente
Nem conhecia o pescoção.
Quando o jornalismo pega a gente
É como um vício, uma aguardente
Você esquece a razão.
Vem fechar com tudo
(versão de Vem dançar com tudo)
Oi oi oi
Vem fechar comigo
Atenção no ritmo
Não vai poder bobear.
Todos apressados
Até o fim da noite
Calhau é pra evitar.
Mexe e reescreve
Tira a viúva
Lead tá errado
Corta um bocado.
Eu quero fri, eu quero la
(versão de Eu quero tchu, eu quero tcha)
Eu quero fri, eu quero la
Eu quero fri-la-la, fri-fri-la
Fri-la-la, fri-fri-la.
Leia também: Se o povo de Avenida Brasil fosse jornalista
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(versão de Assim você mata o papai)
Ai, ai! Ai, ai, ai, ai! Odeio quando a pauta cai
Ai, ai! Ai, ai! Texto fechado e tudo mais
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Ai, ai! Ai, ai! Anúncio bom é o carai.
Salário safado
(versão de Cachorro perigoso)
Salário magrinho, safado, vergonhoso e pronto pra causar horror
Louco pra acabar logo.
Aniversário da minha mulher
(versão de Amiga da minha mulher)
Aniversário da minha mulher
Pois é, pois é
E eu ralando num plantão sem fim
Enfim, enfim.
Sem razão
(versão de Minha razão)
Eu me apaixonei tão de repente
Mas era um foca inocente
Nem conhecia o pescoção.
Quando o jornalismo pega a gente
É como um vício, uma aguardente
Você esquece a razão.
Vem fechar com tudo
(versão de Vem dançar com tudo)
Oi oi oi
Vem fechar comigo
Atenção no ritmo
Não vai poder bobear.
Todos apressados
Até o fim da noite
Calhau é pra evitar.
Mexe e reescreve
Tira a viúva
Lead tá errado
Corta um bocado.
Eu quero fri, eu quero la
(versão de Eu quero tchu, eu quero tcha)
Eu quero fri, eu quero la
Eu quero fri-la-la, fri-fri-la
Fri-la-la, fri-fri-la.
Leia também: Se o povo de Avenida Brasil fosse jornalista
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terça-feira, 17 de julho de 2012
Se o povo de Avenida Brasil fosse jornalista
Tufão – é o repórter que acredita que sua mulher está dormindo enquanto ele puxa um plantão até altas horas.
Leleco – é o fotógrafo descolado, figuraça, amigo da galera.
Suelen – é a repórter-piriguete que transa com a fonte por uma informação. Ou para pegar um filho, de preferência de senador.
Nina – é a workaholic que vive com o radar ligado atrás de um furo.
Jorginho – é o apresentador bonitão do telejornal, mas só bonitão, manja?
Ivana – é a colunista social de jornal do interior.
Cadinho – é o jornalista que faz malabarismo para conciliar três empregos.
Monalisa – é a repórter que vê sua pauta ser roubada pela melhor amiga.
Crô – putz, esse é da outra novela. Esquece, foi mal.
Carminha – é a chefe que até parece gente boa, mas vive colocando na bunda alheia.
Adauto – é o repórter que abre a boca na coletiva e só fala merda.
Nilo – é o repórter de futebol das antigas, meio tosco, meio engraçado.
Darkson – É o assessor de imprensa. Olha aí, freguesia, nota exclusiva! Vamos chegando que a promoção é só hoje.
Crianças do lixão – são os estagiários.
Leleco – é o fotógrafo descolado, figuraça, amigo da galera.
Suelen – é a repórter-piriguete que transa com a fonte por uma informação. Ou para pegar um filho, de preferência de senador.
Nina – é a workaholic que vive com o radar ligado atrás de um furo.
Jorginho – é o apresentador bonitão do telejornal, mas só bonitão, manja?
Ivana – é a colunista social de jornal do interior.
Cadinho – é o jornalista que faz malabarismo para conciliar três empregos.
Monalisa – é a repórter que vê sua pauta ser roubada pela melhor amiga.
Crô – putz, esse é da outra novela. Esquece, foi mal.
Carminha – é a chefe que até parece gente boa, mas vive colocando na bunda alheia.
Adauto – é o repórter que abre a boca na coletiva e só fala merda.
Nilo – é o repórter de futebol das antigas, meio tosco, meio engraçado.
Darkson – É o assessor de imprensa. Olha aí, freguesia, nota exclusiva! Vamos chegando que a promoção é só hoje.
Crianças do lixão – são os estagiários.
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